Presencial, a pessoa nova aprende por osmose — ouve, pergunta, observa. Remoto, ela depende do que está escrito. Se não estiver, o primeiro mês vira uma sequência de "desculpa incomodar de novo".
O que precisa existir antes
- Onde fica cada coisa e como o trabalho flui.
- Os padrões do time: o jeito certo de fazer, registrado.
- Um "quem faz o quê" para saber a quem perguntar.
Uma ferramenta que guarda padrões e histórico transforma onboarding de duas semanas em dois dias — a pessoa lê, faz, confere. Na Vega, a última contratação virou autônoma na primeira semana.
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