Todo artefato dentro de uma tarefa — documento, briefing, peça, texto — agora guarda automaticamente cada versão que passou por ele. Você abre o histórico, vê quem mexeu, quando mexeu e o que exatamente mudou entre uma versão e outra. E se precisar, volta para qualquer ponto anterior com um clique.
Isso resolve uma dor chata e recorrente: aquela insegurança de "essa versão é a certa mesmo?" ou "quem tirou aquele trecho que eu tinha escrito?". Na Aurora, a Camila vivia salvando cópias da apresentação em pastas separadas só para ter uma prova caso alguém alterasse algo sem avisar. Isso acaba. O histórico já é a prova, e fica dentro da própria tarefa — não numa pasta paralela que só ela sabia que existia.
Quem muda o quê, sem precisar perguntar
O uso mais comum não é desfazer um erro grave — é o dia a dia de revisão. O Rafa edita um texto, a Nina ajusta o final, o Téo troca uma frase de novo. Sem histórico, ninguém lembra qual foi a ordem nem por que a versão final ficou diferente da que foi aprovada. Com o histórico, isso é só abrir e olhar: fica claro quem fez o quê e em que momento, sem precisar perguntar no chat "alguém mudou isso aqui?".
Serve também para quando algo precisa voltar. Se uma aprovação foi dada em cima de uma versão e depois alguém editou por engano, dá pra restaurar exatamente o que foi aprovado — sem refazer do zero, sem torcer para que alguém tenha guardado a cópia certa.
O histórico já está ativo em todos os artefatos de tarefa no Tino, sem configuração extra.