Toda tarefa no Tino agora guarda as próprias versões. Se alguém mudou o título, a descrição, o prazo ou o checklist, fica o registro de quem fez a alteração e quando. Você abre a tarefa, consulta o histórico e vê o caminho até o estado atual — sem perguntar para ninguém e sem reconstruir nada pela memória.
O “não era isso que eu pedi” perde a vez
Em time que não se encontra no corredor, a versão final da tarefa esconde tudo o que aconteceu até ali. O Rafa pediu um ajuste, a Marina editou a descrição duas vezes, e na entrega o Rafa jura que não era aquilo. Com o histórico, os dois olham o mesmo registro: quem mudou, o quê e em que momento. A conversa sai do achismo e vai para o que está documentado.
O que muda na sua rotina
Você não precisa mais caçar em mensagens quem alterou o quê. Entrou na tarefa, abriu o histórico e pronto: a linha do tempo mostra cada edição, com nome e hora. Também serve para entender por que uma tarefa mudou de rumo no meio do caminho — e para retomar o ponto exato em que o pedido original se perdeu.
O histórico de versões já está nas tarefas do Tino. Se o seu time ainda resolve “quem mudou isso” por chat, vale testar na próxima tarefa compartilhada.