Feedback espalhado em prints, mensagens de WhatsApp e comentários soltos em e-mail some rápido. Alguém marca um trecho na imagem, manda por chat, e três dias depois ninguém lembra se aquilo foi resolvido, ignorado ou esquecido. O problema não é a opinião — é o lugar onde ela mora.
Agora você comenta direto na entrega, dentro do Tino: no documento, na imagem ou na própria tarefa. O comentário fica ancorado ali, junto com quem escreveu, quando escreveu e o que foi entregue. Rafa revisa uma peça da Aurora, marca o ajuste no texto, e a Marina vê o recado no mesmo lugar onde vai fazer a correção — sem procurar em qual conversa aquilo apareceu.
Isso muda quem é responsável pelo quê. Comentário sem dono vira reclamação; comentário na entrega vira pendência com nome e prazo. Dá pra marcar como resolvido, transformar em tarefa se precisar de mais trabalho, ou deixar registrado como decisão para quem entrar depois no projeto.
Menos print circulando, menos "manda de novo o link", mais contexto junto do trabalho — que é onde o feedback deveria estar desde o início.